Passeia entre os meus dedos
com a sua maldade infinita
com a sua inveja, ela grita,
um grito agudo de desespero.
Não espero! E esta será a minha ida
quando a maldita atacar-me com malícia
querendo devorar-me por inteiro
criatura viva.
Os sóis giram em torno de um sonho
um complexos de palavras infinitas
e quando levo minhas mãos aos olhos
percebo então feridas.
Meus pés começam a parar
minhas pernas não mais se movem
e sinto um dor enorme
como que se nunca fosse acabar.
Estou envenenado, virus , peçonha e morte
e do lado aquele ser sem sorte
me olha como se humano fôsse
me olha como se me conhecesse.
A maldita de cor clara me espreita
e debaixo da minha cama fez seu ninho
aguardando para que como eu, um negro passarinho,
me retire e seja servido na sua seita.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
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