quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Tímidos


Fui desbravar
em sonhos coloridos.
Complexos , divertidos
de infinitos sons.

Deixei-me escalar,
os picos sorridentes
de tinta reluzente,
cobertos com maçãs.

Seus longos casos,
de amores assassinos.
Os seus ocultos hinos,
de mera profusão.

Eu preferí os dedos,
que sujos com o doce.
Não choram,não perecem,
e nunco dizem:Não.

"Pequenas pragas
que se alimentam
de alegrias,
que passageiras,
mortas,
são falsas:frias!"

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