Toda a dor que há em você,
desaparecerá como a chuva,
que insiste em vir,
perturbar meu jardim...
E o trauma da sua ida,
será apenas mais um sonho,
escuro que acende,
em uma noite de euforia.
Que raiva, que raiva!
Enviou-me um sinal estranho,
nos céus eu vi o anjo,
perturbado com tanto horror...
E terror tomou conta de nossas vidas...
E as feridas foram como presentes...
Quentes!
Armadilhas de um amor...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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