Olhe dentro de mim e verá.
Que não nada além de órgãos,
cobertos por enzimas e sangue,
e um que se contrai nervoso.
Um poço cheio de lágrimas,
e um ódio que come crianças.
Odeio agora crianças,
elas me lembram da infância que não tive.
Escura,
colorida, fria.
Eu tento não vomitar,
quando olho para o seu rosto.
Não há verdade em seus olhos,
eles sempre te enganam.
Sempre te enganam...
E te deixarão morto.
sábado, 19 de setembro de 2009
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