segunda-feira, 12 de abril de 2010

No Fundo do Pote


Quanta inveja que me rodeia, meu Deus! Fico muito surpreso por tantas pessoas me odiarem, será algum novo jogo? Para qualquer lado que eu me vire isso ocorre. Talvez seja por eu sempre ter sido um pouco exótico, é interessante ser assim quando ninguém olha muito para você. E esse alguém sou eu.Tanta inveja pode sinalizar que estou conseguindo aquilo que elas, as pessoas, nunca acreditaram que eu conseguiria ter. Não falo de ter passado no vestibular, minha aprovação já estava escrita em algum lugar da minha mente, o esforço foi como o de tomar um copo com água. Falo mesmo é das coisas que eu resisto, e que elas conseguem muito fácil, conseguem jogando fora os princípios que eu sempre tentei cultivar, mesmo sendo visto com olhos tortos. Eu choro com qualquer comédia romântica, mas apenas quando estou só! Isso não interessa muito, o que importa mesmo é tentar descobrir de onde vem tanta amargura, eu sei que odiamos aquilo que amamos um dia, é fato e a ciência pode comprovar isso, principalmente quando se cheira cocaína, nunca cheirei, mas senti a dormência na ponta da minha língua.
E de onde vem o ódio? Devo ter criado um comportamento semelhando ao que me atiram, é por isso que o percebo tanto.Escrevo muitas coisas belas, e na maioria das vezes eu nunca ponho em prática, é só pra enfeitar algum verso ou terminar bem o fim do poema.
As coisas boas nunca são realmente assim, em tese tudo é belo, na verdade, tudo é ódio.
Que vai acabar quando eu estiver longe daqui, desse mundo pobre em que vivo, e que procuro a saída na fantasia, me escondendo na vida de outros seres, mas mesmo em Lofaron o ódio vive.

Nenhum comentário:

Postar um comentário