
Quando o arrependimento vem bater a minha cabeça, eu viro para o lado da parede que não está riscado. Rabiscos de todos os tamanhos que enchem meu coração de amargura, de uma diabólica dança, pois sei o que me espera.Faço planos de não mais cair em tantos buracos. Parece que não há saída! Em quê acreditar meu DEUS! Tudo parece cair no mesmo buraco do materialismo sem necessidade e minha alma grita por ajuda, presa em olhos paralisados.Em um nojo por tudo o que cometo, pelos caminhos da desgraça por onde caí, e o sue caedere parece ser o único amigo agora!Será que devo despir o meu corpo da responsabilidade, será que tenho o direito? Vejo tudo girar como uma corda querendo prender ao meu pescoço, será que pulo, ou desço direto ao poço de amareladas folhas de aviso!Posso parar com tudo isso imediatamente, mas o medo me faz retroceder em mais uma tentativa, que desgraça paira sobre meu espírito negro.Será que Deus me concederia um livramento? Será que minha fé transportaria o tormento para longe...Meu anjo protetor está por perto me livrando de tamanhas tristezas? Não sei mais o que fazer, se espero ou se começo a ação que trará a minha liberdade ou a minha condenação, minha eterna condenação em um lugar de angustias multiplicadas em milhões de faces desfiguradas! Não posso mais querer que as coisas sejam como eu quero, que as coisas se façam como eu espero! Ainda me resta a esperança de uma graminea plantada em meu coração...Que minha morte seja rápida e súbita sem deixar traços, sem deixar nenhum rastro.
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