
Rasga os olhos e tudo o que vem de dentro,
e pára como suas simples dores florescentes,
em uma cova de plutônio pesado,
chora, todo seu descontentamento!
Floras, ninfas imundas de antigos mitos,
gritos surdos de uma pura amargura!
Fantasmas agrestes de uma seca que tortura,
faces, bricam no céu cor de festa.
Olha! Ali está a alma que detesta,
a criança maldita de sua infância!
Veja! Como tudo que era cinzas brilha,
e como tudo que era belo a sua vista cansa!
-Fatores improváveis de uma antiga aliança-...
Pensa, como tudo passa,
e vê, como tudo descança!
Nenhum comentário:
Postar um comentário