Vamos para o fim do túnel
onde mora todos os ratos,
que se entregam ao lixo morto
de nossos amores?!
Que dores meu Deus!
Que dores!
É tudo o que sinto em mim agora,
e pára tudo quando tudo começa!
Você meu demônio,
que destruiu minha inocência e que mesmo assim eu busco em casa objeto,
morto, ou vivo.
Eu sinto ainda pulsar em mim as mesmas emoções de antes,
não ligo meu amor para tudo o que dizem,
não espero que aceitem o que sinto,
o que importa é que está vivo dentro de mim...
Destruindo-me para sempre
nessa ciranda diabólica de prostituídas verdades.
Virando eu um mendigo dos seus olhos,
e minhas lágrimas queimando o meu corpo,
pois banham minha cama,
minha alma,
o meu silêncio.
Banham o meus despeitados comentários
as minhas invejosas lições de hipocrisia.
E as frias canções da madrugada;
de mortos, mortes,montes, monges,frases forçadas.
[Não há sentido, quando não se tem um sentido a seguir]
sábado, 3 de abril de 2010
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