Toda a dor que há em você,
desaparecerá como a chuva,
que insiste em vir,
perturbar meu jardim...
E o trauma da sua ida,
será apenas mais um sonho,
escuro que acende,
em uma noite de euforia.
Que raiva, que raiva!
Enviou-me um sinal estranho,
nos céus eu vi o anjo,
perturbado com tanto horror...
E terror tomou conta de nossas vidas...
E as feridas foram como presentes...
Quentes!
Armadilhas de um amor...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Dentro de mim
Estamos caindo amor.
No fundo da caixa colorida...
Moramos dentro da vida,
moramos dentro de mim.
E o circo já está armado,
com a enorme lona,
toda furada...
O circo faz parte de mim.
Em baixo de um manto de sonhos,
temos todo o mundo.
Temos todas as dores,
dentro de mim...
Olhe os brinquedos que lindos!
E as flores que sorriem de você.
Sim, você vê, como elas são belas...
Elas estavam dentro de você.
Vamos amor está tarde,
pois a cada palavra que digo,
mais e mais crianças indigo,
estão a cair do céu.
Como mel...
No fundo da caixa colorida...
Moramos dentro da vida,
moramos dentro de mim.
E o circo já está armado,
com a enorme lona,
toda furada...
O circo faz parte de mim.
Em baixo de um manto de sonhos,
temos todo o mundo.
Temos todas as dores,
dentro de mim...
Olhe os brinquedos que lindos!
E as flores que sorriem de você.
Sim, você vê, como elas são belas...
Elas estavam dentro de você.
Vamos amor está tarde,
pois a cada palavra que digo,
mais e mais crianças indigo,
estão a cair do céu.
Como mel...
sábado, 19 de setembro de 2009
Com violência
Olhe dentro de mim e verá.
Que não nada além de órgãos,
cobertos por enzimas e sangue,
e um que se contrai nervoso.
Um poço cheio de lágrimas,
e um ódio que come crianças.
Odeio agora crianças,
elas me lembram da infância que não tive.
Escura,
colorida, fria.
Eu tento não vomitar,
quando olho para o seu rosto.
Não há verdade em seus olhos,
eles sempre te enganam.
Sempre te enganam...
E te deixarão morto.
Que não nada além de órgãos,
cobertos por enzimas e sangue,
e um que se contrai nervoso.
Um poço cheio de lágrimas,
e um ódio que come crianças.
Odeio agora crianças,
elas me lembram da infância que não tive.
Escura,
colorida, fria.
Eu tento não vomitar,
quando olho para o seu rosto.
Não há verdade em seus olhos,
eles sempre te enganam.
Sempre te enganam...
E te deixarão morto.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Not Fair, Sem Fé.

Para Lucas
Não sei onde fica seu céu,
o seu paraíso dourado.
Mas sei que respiro o fel,
sinto o sabor de um mel estragado.
Você reergueria um reino,
sorrisos matariam os prantos.
E todos os dias um canto,
um hino de puro alimento.
Agora só restam lamentos,
lamentos no meu coração torto.
Eu guardo um abraço morto,
em um rosto que deveria dissipar trevas.
Não é justo,
ficar nessa selva.
Estou afundando na lama,
que seria minha cama.
A dor consome o resto de fé,
a fé que nem pedras pequenas moviam.
Eu via, que tudo seria diferente,
com mais uma alma entre nós.
Onde estará o meu guia?
Para me avisar de algo...
Talvez esteja muito ocupado,
ou até mesmo não exista.
É tudo uma questão de injustiça,
em um mundo repleto de monstros.
E eu me tornarei um santo demônio,
eu irei tragar toda a mágoa.
Transformarei o meu terreno,
em algo mais justo,
sem mais porcos imundos,
sem mais palhaços estúpidos.
Não sei onde fica seu céu,
o seu paraíso dourado - se existe de fato.
Mas sei que respiro o fel,
sinto o sabor de um mel estragado.
Não sei onde fica seu céu,
o seu paraíso dourado.
Mas sei que respiro o fel,
sinto o sabor de um mel estragado.
Você reergueria um reino,
sorrisos matariam os prantos.
E todos os dias um canto,
um hino de puro alimento.
Agora só restam lamentos,
lamentos no meu coração torto.
Eu guardo um abraço morto,
em um rosto que deveria dissipar trevas.
Não é justo,
ficar nessa selva.
Estou afundando na lama,
que seria minha cama.
A dor consome o resto de fé,
a fé que nem pedras pequenas moviam.
Eu via, que tudo seria diferente,
com mais uma alma entre nós.
Onde estará o meu guia?
Para me avisar de algo...
Talvez esteja muito ocupado,
ou até mesmo não exista.
É tudo uma questão de injustiça,
em um mundo repleto de monstros.
E eu me tornarei um santo demônio,
eu irei tragar toda a mágoa.
Transformarei o meu terreno,
em algo mais justo,
sem mais porcos imundos,
sem mais palhaços estúpidos.
Não sei onde fica seu céu,
o seu paraíso dourado - se existe de fato.
Mas sei que respiro o fel,
sinto o sabor de um mel estragado.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
De cima para baixo.
Estou ao contrário:
Falo aquilo que não devo,
penso no que não quero,
espero o passado!
Logo ando ao abismo,
não findo e não esqueço,
do beijo,
sem desejo.
Na minha cabeça,
não está acabado.
Desista que eu,
te esqueça.
Não cresça, nem envelheça.
Torne-se mágico,
destrua-m e de uma vez,
em uma noite seca.
E na sua cama, quem dei ta não será algo plástico.
Eu sei...
Eu falo aquilo que não devo, penso no que não quero,
espero o passado.
Falo aquilo que não devo,
penso no que não quero,
espero o passado!
Logo ando ao abismo,
não findo e não esqueço,
do beijo,
sem desejo.
Na minha cabeça,
não está acabado.
Desista que eu,
te esqueça.
Não cresça, nem envelheça.
Torne-se mágico,
destrua-m e de uma vez,
em uma noite seca.
E na sua cama, quem dei ta não será algo plástico.
Eu sei...
Eu falo aquilo que não devo, penso no que não quero,
espero o passado.
Sonhos
Andam flores, foram noite.
E lá fora, onde moram:
Anjos arrogantes ou fadas safadas.
Sons Macabros, gritos como um palhaço
sem balas ou doces.
Morrem flores, andam eles, com aqueles olhos...
Gigantes.
***
Antes da sua aparição tudo era branco.
Depois foi ficando manchado em um canto, depois no outro e no outro...
Escureceu com o pranto, a espera dilaceradora e a corda torcendo pela forca.
Eu já era preto, não escuro, preto mesmo.
Mas foi o primeiro a escurecer aquele leito antes alvo.
E você se tornou o alvo do lamento.
***
Mandá-lo ao inferno seria errado.
Você não sofreria. Pelo contrário sorriria.
Pois pessoas assim não sofrem,
não ouvem - e sentem - a orquestra da morte.
***
Seu rosto está perdendo a cor.
O brilho não existe,
e você resiste,
a maldição.
Toda vez que o vejo eu me odeio,
eu me torço, me enforco, eu choro...
Por não poder destruí-lo,
e amá-lo em vão.
E lá fora, onde moram:
Anjos arrogantes ou fadas safadas.
Sons Macabros, gritos como um palhaço
sem balas ou doces.
Morrem flores, andam eles, com aqueles olhos...
Gigantes.
***
Antes da sua aparição tudo era branco.
Depois foi ficando manchado em um canto, depois no outro e no outro...
Escureceu com o pranto, a espera dilaceradora e a corda torcendo pela forca.
Eu já era preto, não escuro, preto mesmo.
Mas foi o primeiro a escurecer aquele leito antes alvo.
E você se tornou o alvo do lamento.
***
Mandá-lo ao inferno seria errado.
Você não sofreria. Pelo contrário sorriria.
Pois pessoas assim não sofrem,
não ouvem - e sentem - a orquestra da morte.
***
Seu rosto está perdendo a cor.
O brilho não existe,
e você resiste,
a maldição.
Toda vez que o vejo eu me odeio,
eu me torço, me enforco, eu choro...
Por não poder destruí-lo,
e amá-lo em vão.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Lofaron

Banharei o seu corpo com fogo,
com o fogo frio do inferno.
E te cobrirei no inverno,
com as folhas que guardei.
Meu Rei será o mais belo,
no seu castelo de papel.
Seu banquete será:
Carne de anjo e fel.
O palhaço andará sempre triste,
limpando o chão do salão.
Pois há festas todas as noites,
para um multidão:
De bonecas velhas,
e cavalos de madeira.
E há neve dentro do recinto,
e o hino penetra os ouvidos.
Não há de faltar nada,
nada que eu não tenha de sobra.
Um reino cheio de cobras,
no lugar de cordas.
Enforcados que balançam,
viúvas que riem,
crianças sem sonhos que gritam,
aflitas!
As fitas que voam, nos campos
de capim vermelho.
E o sol no seu eclipse parcial,
eterno.
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