Na simplicidade das notas, eu escrevi para tí minha palavras, são cheias de erros e de acertos, mas espero que os teus olhos vejam, sem que eu precise explicar.
No lar silencioso dos povos do sul, há uma grande quantidade de sentimentos reprimidos, há uma grande quantidade de mágoas, e destruição por todo o caminho. Não obstante, as tropas do Reino, conseguiram destruir o lar mais sagrado daqueles que estavam aqui, queiramos ou não, antes de nós.
Sangue, dor, perdas.
Passei entre os corpos de infantes, passeei entre uma pintura amarga, lares destruídos. O exército do Reino foi totalmente útil, dentro dos planos deles. Não há muito o que se encontrar no chão, pois o que era verde tornou-se acinzentado e ressequido.
Ainda pude notar que as portas de algumas casas, estavam manchadas de algo, que parecido como sangue, mas que tinha um fluxo energético muito forte, que impulsionava qualquer tentativa que eu tentasse fazer, para adentrar em alguma casa: Era um escudo espiritual.
Eles sabiam de alguma forma que o ataque seria a qualquer momento, mesmo que isso tenha sido segredo.
Outra coisa que notei, é que tudo estava totalmente silencioso e frio, o efeito daquilo que fora jogado por cima da pequena civilização, foi capaz de mudar toda a atmosfera daquele lugar.
Antes do ataque, muitos deixaram os seus lares e foram em direção às montanhas do norte, com o destino aos campos.
Todas as tropas do exército, se retiraram.
Nós conquistamos, mais um lugar, entretanto, chegará o momento, e em breve será, que os portões espirituais que são mantidos com bioenergia material, serão derrubados pela força destes povos que aqui habitam desde o início, desde a fundação do mundo.
Esteja preparado para o pior, concentre seus esforços em fazer com que os seus parentes deixem suas casas.
Pois a guerra começará, já.
"No pequeno baú que ma destes
eu pus os fragmentos do tes'uro.
Nada, ou alguém, poderá tocá-lo
sem'antes derramar do seu próprio pcado."
Dinesia, a dama do lado sul.

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