O desafio aceito,
e o preconceito varrido para longe,
de monge torna-se-á um assassino,
perfeito!
Dizem que o seu rosto é belo,
sua cor sedutora,
os seus lábios doces...
Mentem com maestria.
E será resfriada em uma pia velha,
a lâmina das futuras feridas.
Os golpes que ceifarão as vidas...
De quem? Não importa.
Homens e Mulheres tolos,
que não consertam os seus próprios erros
que ferem meus olhos com o seu perverso desapego...
Que desapareçam junto comigo.
No colo do único amigo, eu confessarei minhas faltas...
Até que me falte ar,
até a última falta.
sábado, 10 de novembro de 2012
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