Ah, deus desgraçado,
deus temido e louco.
Deus das maldades e de minhas mentiras.
Deus dos sonhos infantis, bizarros.
Das grades negras, do chão frio
de minha ínfima vida.
Deus perverso, deus maculado
deus terreno, destronado.
De teus egoísmos e venenos,
de teus belos gestos, teus cabelos...
Dionísio, Baco.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
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