Do drama contido na garganta muda
eu ouço um gemido, de uma devassa louca
eu percorro os dedos no seu corpo gordo
e nos seus cabelos, eu quase morro.
Para longe de mim há uma casa velha,
toda em pedaços - são os sentimentos-
sua base está podre, suas paredes desmoronam,
e o seu teto, este pende.
Sorrir ou chorar, minha vida disso não depende,
são as lembranças que não querem calar, me prendem.
O sol avermelhado, ilumina os caminhos que já percorri,
e o inferno divertido que tanto falaram, de lá, saí.
Do sonho que prende,
da face que se contorce
do coração que sofre...
Do drama contido na garganta muda...
Ele, apenas morre.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
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