Queimo meus sonhos
em uma lápide de gelo
em um lugar, nos seus
cabelos eu me derrubo.
Queimo em febre
e borbulhando o coração
me atenho
nada mais tenho é verdade
temo mais uma triste ilusão.
Queimo minhas lágrimas
nesta fogueira de ossos
e desamarro meus laços
dos seus olhos
Meu fracasso.
Queimo meus olhos
nas brasas desta festa
nas lembranças alegres da infância
quando eu queria viver
na esperança, na dança
eu quero queimar na festa.
Só me resta uma cicatriz na mão
e um sinal cruel na testa,
segunda-feira, 25 de junho de 2012
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