
Ouça a natureza branca,
chamar seu nome, seu nome amor.
E suas cores, suas flores santas,
colorir um mundo de dor.
Até quando você me vê,
na árvore, presas aos galhos.
E o meu sorriso e minhas preces,
eternamente empalhadas.
Nada do que você ouviu,
foi verdade.
O vento levou a maldade,
deixou o sentido amarrado.
O que chegou a você foi um lado,
lado que não admito,
não admito ser contrariada,
como uma libertina...
Dentro da caixa vermelha,
eu guardo todas as vozes,
todas as palavras,
que todas as vezes, vomitaste.
Allana Menáde
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