
Não vale a pena desejar
o seu corpo pequeno,
e nem sujar as mãos
com sua alma.
Assim como detesto venenos
a minha vida não quer perder a calma.
Mas eu procuro o seu ser sereno
e professando para dentro eu falo:
"Melhor que fosse eu morrer vivendo...
Melhor do que viver morrendo, ao acaso".
Destrava a porta da sua infância
e deixa a ansia a devora-te.
Ouve as palmas que a platéia lança,
sobre o deserto ocre de Muhaves.
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