Sintir-se perssegudo sem cessar.
A febre do gemido sem voz para falar,
um lado corrompido de luxuria
que não pode reclamar,
um quadro moldado com o grito
de um gênio do lado de lá.
Que está aqui perto,
perturbando o meu mundo
com meus pecados
e meus desejos profundos,
roubando de mim o alimento,
se bom fosse esse gênio,
por que então eu tanto temo?
Um podre desejo,
por fora,
por dentro,
ao sono eu peço,
um pouco de tempo,
um pouco de tudo,
e nada que temo.
quarta-feira, 3 de março de 2010
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