De todos os segredos,
o seu é o que eu nem quero saber.
Pois com todos os erros, e controvérsias
é impossível compreender.
Falo do que conheço,
é evidente.
E o que não sei, eu me recolho,
e escrevo.
Sem nada de romântico,
que tudo isso,
acabou,
faz cinco séculos.
Não quero ser seu sexo,
nem quero ver seu corpo afinal,
mas tudo que eu vejo...
É um prato com um copo de cerveja, no fundo do quintal.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
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