Eis-em aqui, de novo sentado
nesta cadeira velha e suja
datilografando sentimentos rasos,
querendo dar-lhes a aparência profunda
Não consigo sair do charco,
dessa minha cruel e desventurosa culpa.
Mesmo não sendo totalmente falho,
sei, que dos fracos todo mundo usa.
Pondo-me de pé diante da plateia,
sem me notar como o expectado, tremo
e temo diante dos condenados,
pela minha simples e empoeirada flor.
Não é a cor, não são os olhos, nada!
Não é o ser, o saber ou parecer de cor.
São só as minhas linhas de dissabor,
que vibram em minha mente de condenado.
Nada além, de um simples perturbado.
Nada além de, um papel sem cor.
Nada além de um doce sem sabor.
Ao dissabor das cordas que vibram,
na mente de um condenado.
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
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