segunda-feira, 10 de setembro de 2012

De joelhos, Ajoelhado

Quando a máscara da mentira cai
o mundo se atira ao meus pés
eu vejo o passado como uma tela viva
de línguas bifurcadas -falsas!- dizeres cruéis.

Posso passar por toda a sua vida,
e não deixar uma marca sequer,
mas lembre-se que a dor das feridas,
da oportunidade perdida, não mudará o que é...

Sinto a dor da vergonha
dos indicadores que acusam
das lembranças que lambusam
meus olhos de pena...

É a frustração da derrota pela humildade,
que fez do orgulho, esse portador da maldade
largar o coração ferido de um animal querido...
"Foi agora, e como disses, não é tarde..."

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