
Quando o manto
cobre o meu corpo
e me entorpeço
no sono.
Você me procura como um louco,
me abraça como um urso.
E o medo aumenta,
pois não vejo seu rosto.
Perssegue-me de outras vidas,
não sei o seu nome
sua ida,
não sei sua lingua.
Eu ouço em mim,
dentro da minha alma,
quando o corpo astral
do corpo físico se separa.
Você é o abismo da minha descida,
é a coruja sombria da minha vida,
é minha cegueira ao anoitecer,
uma vontade gritante...de morrer.
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